Como futuro estudante de jornalismo, decidi retornar a esse blog que foi meu quando criança para escrever algo sobre a final da Copa do Brasil de 2017.
"1x1 no Maracanã. Não poderia ser pior. O sonho acabou", já pode ser ouvido nesse momento. Esses, com certeza, não viram a histórica cobrança de falta de um sérvio após estar 87 minutos sem o título carioca. Esses não viram, mais recentemente, a reviravolta de um time desacreditado em 2013 rumo ao tricampeonato dessa mesma competição. Não viram Obina, aos 47, livrar o clube do rebaixamento em 2005.
Nunca duvidem do Flamengo. Nunca duvidem de nós. Se não for sofrido, não é Flamengo. Se não for com garra, suor, luta, dedicação e, principalmente, com raça, amor e paixão não condiz com nossa história. Jamais foi fácil e não será. Quando se sentir desmotivado, olhe para trás e lembre de todos aqueles momentos. O motivo para acreditar estão neles.
À Nação, vamos ao Mineirão. Fazer barulho e apoiar os 11 que estão dentro de campo. Eles, mais do que ninguém precisam do nosso apoio. E confiar neles. Dentre nossos jogadores, há um heroi. Existe aquele cara que vai decidir esse jogo.
Aos jogadores, joguem com o lema do nosso clube: "Raça, amor e paixão". São 90 minutos e a chance de entrar para a história. Sejam herois. Uma vez, Arthur da Távola disse: "Ser Flamengo é ir em frente onde os outros param, é derrubar barreiras onde os prudentes medram, é comungar a humildade com o rei eterno de cada um". Decidam. Nossa esperança está nas mãos de vocês.
Aos jogadores, joguem com o lema do nosso clube: "Raça, amor e paixão". São 90 minutos e a chance de entrar para a história. Sejam herois. Uma vez, Arthur da Távola disse: "Ser Flamengo é ir em frente onde os outros param, é derrubar barreiras onde os prudentes medram, é comungar a humildade com o rei eterno de cada um". Decidam. Nossa esperança está nas mãos de vocês.
Vencer, vencer, vencer! Fé na luta, Flamengo! Estamos juntos até o final!













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